Tudo o que você precisa saber antes de escolher um sistema de APIs

Para o departamento financeiro de uma empresa, o uso de APIs auxilia em diversos recursos, principalmente na integração do sistema. Sendo responsável por oferecer de maneira automática e robusta, os dados bancários e financeiros no ERP. Atuando como um “tradutor” entre as rotinas de cada um deles. 

Conectando sistemas

As APIs (Application Programming Interface) são comandos e instruções de programação que são responsáveis por integrar diferentes tipos de serviços, através de uma série de padrões e protocolos. Possibilitam o desenvolvimento de novos softwares e aplicativos capazes de se comunicar com outras plataformas. Dessa forma, mesmo que cada um dos sistemas tenha sido criado por times e empresas diferentes, eles podem acessar informações um do outro através desses comandos.

Um exemplo de APIs é o pagamento por cartão de crédito das lojas online. É uma dessas interfaces que faz o “meio de campo” entre a operadora do cartão ou o banco e o sistema de e-commerce.

Vantagens das APIs

Com a conexão feita por meio de uma API, são oferecidos diversos benefícios, independente da área de atuação dele. Fazendo a ligação entre dois sistemas de forma completa e estável, o que contribui não só para a gestão interna e a automatização de processos, mas também para a personalização dos serviços, com a possibilidade de parcerias.

Através do uso das APIs, não é necessário criar códigos personalizados para cada função que um programa for executar, o que simplifica todo o processo. E também são determinantes quando o assunto é segurança, por bloquear acesso e permissões a dados de software e hardware que algumas aplicações não podem usar.

  • Automatização de processos

Uma API permite a execução de algumas tarefas de forma automática, como preenchimento de planilhas e atualização de endereços.Com isso, diminui a chances de erros e esquecimentos, garantindo a consistência dos dados.

  • Serviços personalizados

Através da APIs são desenvolvidas soluções sob medida para sua empresa. É possível, por exemplo, ter mais informações sobre seus usuários sem que seja necessário recorrer a pesquisas. Um benefício que vai refletir em oferecer produtos e serviços mais adequados ao seu público.

  • Possibilidade de parcerias

Com a integração entre diferentes sistemas, é possível fazer uso de diferentes possibilidades que podem aprimorar o seu negócio e aproximar-se de diferentes parceiros.  

Soluções para o seu negócio

Com a Theke você conta com um sistema simples, rápido e altamente confiável. Facilitamos a comunicação entre sistemas de gestão e diferentes Instituições Financeiras.

Realize a integração direta e segura entre ERP e bancos conveniados com camada de criptografia e conexão fechada. Com a VAN financeira você possui a consulta de arquivos trafegados, com rastreabilidade, garantia de entrega e integridade. Além de todo o suporte do nosso time para implementação e sucesso da ferramenta para você. 

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Como ter uma gestão financeira mais eficiente?

Ter a comunicação financeira do seu negócio conectada é uma forma eficiente de manter o seu fluxo de caixa ajustado, além de conseguir mapear problemas e ajustes necessários. Com a Theke você pode ter diversas possibilidades, que respeitam o tamanho do seu negócio, moldados conforme a necessidade da sua empresa

A melhorar a gestão para o fluxo de caixa das empresas deve começar com uma análise do cenário atual do seu negócio, com informações relevantes sobre o operacional da empresa e uma análise dos pontos cruciais. Fazer o controle de gastos é fundamental para a aplicação de investimentos e para entender como está a saúde do seu negócio.

Diante disso, um software de gestão financeira faz toda a diferença, a partir do planejamento estratégico, no controle de recebimentos, pagamentos e até no cumprimento das questões legais. Para organizar as finanças, é preciso extrair o seu máximo potencial para melhorar os resultados e também aumentar a rentabilidade do negócio.

A seguir, confira algumas estratégias que vão auxiliar sua empresa nos seus processos financeiros e potencializar a sua gestão financeira!

Defina os processos

Tenha o fluxo de trabalho interno, organizando os processos financeiros adequadamente. Assim é possível investigar falhas e identificar gargalos, podendo resolver esses problemas no workflow da gestão financeira. 

Com a resolução dos processos internos é possível direcionar a ferramenta para os pontos mais necessários, otimizando suas operações de forma mais eficaz. Assim como entender melhor a equipe e os pontos com ruídos que podem estar acontecendo.

Controle de custos

Ter o controle orçamentário é fundamental para resultados positivos, dessa forma é necessário separar os custos variáveis dos fixos. Identifique todos os tipos de receitas e despesas, sejam elas operacionais (relacionadas às entradas e saídas), de investimento (entradas e saídas de recursos) ou financiamento (atividades que ajudam nas operações da empresa).

Isso proporciona mais segurança e previne situações delicadas. Assim é possível visualizar e gerir os gastos, eliminando aqueles que não se fazem necessários.

Sistema de Gestão

A partir de um sistema de gestão financeira da Theke você pode administrar as suas operações em um ambiente sob medida para o seu negócio, com segurança auditada por bancos e a redução de custos nas operações.

Um sistema de gestão financeira pode ser crucial para a saúde da sua empresa. Com a Theke você facilita a comunicação entre diferentes Instituições Financeiras, com a integração direta e segura entre ERP e bancos conveniados com camada de criptografia e conexão fechada. Com a VAN financeira você possui a consulta de arquivos trafegados, com rastreabilidade, garantia de entrega e integridade.

A Tecnologia é uma ferramenta fundamental para o gerenciamento das suas finanças, facilitando os processos de avaliação, controle e otimização de tempo e de trabalho. Contribuindo no processo de tomada de decisões, controle de caixa, comunicação entre setores e segurança das informações. A Theke é a sua parceira para encontrar as melhores soluções para o seu negócio. Entre em contato agora mesmo. Clique aqui.

A importância da integração com diferentes Instituições Financeiras

A sua empresa não vai manter relação com apenas um banco, é necessária uma estrutura de trabalho conjunta, composta por diferentes fornecedores e parceiros. Para acontecer uma comunicação de forma eficaz é preciso ter conectividade e essa integração surge através dos Layouts Bancários.

Dessa forma, a comunicação que já existe dentro das instituições, através de EDI, ganha novas funcionalidades com o passar do tempo, com a criação de diferentes modelos de negócios digitais por meio de APIs. Com aplicações capazes de interagir com plataformas ou sistemas já existentes

A revolução do sistema financeiro

A chegada do Open Banking mudou tudo! O Sistema Financeiro Aberto foi criado pelo Banco Central do Brasil e tem, entre seus objetivos, trazer inovação ao sistema financeiro, promover a concorrência, e melhorar a oferta de produtos e serviços financeiros para o consumidor, assegurando a padronização do compartilhamento de dados e serviços.

Mudando a forma de comunicação entre empresas e instituição bancária, oferecendo serviços personalizados e de forma digital, possibilitando a integração com diferentes bancos. A Theke possui sistemas adaptados às APIs do Open Banking e também as que estão sendo construídas por cada Instituição Financeira.

Entenda o Layout Bancário

Essa é a denominação para a integração que cada banco possui. Todas as empresas precisam ter comunicação com as instituições bancárias, já que a partir disso são realizados os processos de pagar e receber valores financeiros. Os Layouts bancários oferecem segurança para as empresas se integrarem com os bancos. 

Diante disso, para essa integração fluir de forma eficiente e com diferentes bancos, a sua empresa precisa ter um ERP, que é um sistema de gestão que imputa às informações e envia arquivo para o banco realizar o recebimento e a leitura do mesmo. Assim como a organização dos pagamentos e o seu gerenciamento, impressão de comprovantes, autorizações de pagamentos, entre outros.

A partir do ERP é conectada a integração de diferentes bancos, com a  tradução dos diferentes layouts bancários e a possibilidade de enviar informações dentro do padrão pré-estipulado por cada banco. 

Vantagens para a empresa

A união desses dois fatores, layouts bancários e Open Banking representam uma mudança na forma como são feitas as negociações entre bancos e empresas, possibilitando à instituição financeira oferecer um uma vantagem diferente para a empresa, que esteja dentro da realidade e da necessidade dela. Com a possibilidade de comunicação com diferentes instituições, aumenta a variedade e concorrência entre elas.

Simplifique a conexão:

ERP> Theke> Banco

A Theke pode te ajudar

Garantimos a sua conectividade de forma segura. Com alta velocidade na integração através de EDI e/ou APIs padronizadas, com webhooks acelerando a conectividade do ERP com os diferentes Instituições Financeiras, fintechs e adquirentes conveniadas, são mais de 60 instituições homologadas. Mantenha o setor financeiro da sua empresa moderno, ágil e seguro.

Podemos ver a importância de manter a integração bancária. Somente dessa forma as empresas podem usufruir de oportunidades personalizadas, com a segurança e acesso a informações importantes. Um leque de possibilidades e de diferentes fornecedores podem fazer parte da sua empresa. A Theke está disponível para te ajudar a crescer ainda mais.

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Você precisa conhecer os benefícios da duplicata eletrônica!

Aqui na Theke, estamos sempre antenados às mudanças no mercado financeiro e às demandas de empresas de diferentes tamanhos e segmentos. E claro, como uma plataforma que se comunica com tantas instituições bancárias, através de uma integração simples e transparente, levamos mais que facilidade, mas principalmente uma redução drástica de tarefas no dia a dia de quem faz a gestão financeira

Um dos nossos compromissos em criar facilidades é também levar informação. Por isso, neste artigo, apresentamos a você a duplicata eletrônica. E ainda, explicamos as principais vantagens de aplicá-la na sua empresa.

Fique de olho nessas informações!

Mas o que é a duplicata eletrônica e qual a sua função?

Antes de mais nada, aqui vai um spoiler importante: a utilização da duplicata eletrônica gera  a possibilidade de um aumento de crédito e mais segurança para as empresas. 

No entanto, apesar dos benefícios, sua implementação segue de forma lenta, visto que operações tradicionais ainda fazem parte da realidade de muitas empresas.

Resumidamente, a duplicata eletrônica consiste na digitalização de um título emitido pelo fornecedor a partir da comercialização de um produto ou prestação de um serviço, que tem um prazo de pagamento superior a 30 dias. Sua regulamentação se deu em 1968, a partir da emissão em papel. Já a sua versão escritural (eletrônica), emitida por meio de um sistema informatizado, foi permitida pela Lei 13.775, de 2018.

E se você está se perguntando, qual a função desse documento? A verdade é que ele oferece uma forma de garantir simetria de informação e gera maior segurança tanto para empresas quanto para instituições financeiras. 

Quais são as novidades implementadas nesse modelo?

Dentre as mudanças a ser implementadas, está a emissão através dos sistemas eletrônicos de escrituração geridos por entidades autorizadas como a Central de Recebíveis (Cerc), B3, Central de Registro de Direitos Creditórios (CRDC) e Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP).

Esse é um grande passo para desburocratizar as rotinas administrativas, mas que demanda uma autorização do Banco Central, que só acontece a partir de uma convenção. Porém, ainda não houve um acordo por conta de atrasos na implementação do sistema relativo a recebíveis de cartões de crédito. Todas as entidades que exercem a atividade de escrituração de duplicatas são aptas a documentar esses títulos de crédito, porém devem ser autorizadas por órgãos ou entidades da administração direta ou indireta.

Enfim, podemos dizer que o avanço está próximo, mas como toda grande mudança no mercado financeiro, exige cautela.

E se atualmente você ainda sofre acessando portais de vários bancos para consultar extratos, gerar arquivos de remessa e retorno ou verificar lançamentos, saiba que a solução de integração de Theke, pode acabar com esse processo de uma vez por todas. Você ainda não conhece? Vem conferir!

4 Benefícios da Duplicata Eletrônica

Primeiramente, a implementação deve acontecer de forma gradual, começando com as grandes empresas (faturamento maior que 300 milhões). Depois, devem ser as médias empresas (faturamento anual entre R$ 4,8 milhões e R$ 300 milhões) e, por fim, as pequenas (faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões).

  • Redução nas taxas de juros

Conforme mencionamos anteriormente, títulos mais seguros – para empresas e consumidores – refletem menos riscos às instituições financeiras e, consequentemente, poderão resultar na diminuição das taxas de juros aplicadas na concessão de crédito.

Desse modo, após a sua implementação, a duplicata eletrônica se tornará uma boa alternativa para organizações que precisam de crédito para crescer e desenvolver projetos, mas esbarram nas atuais taxas de juros tão elevadas.

  • Acesso ao crédito

Como a versão digital do documento é muito mais transparente, ou seja, é mitigado o risco de fraudes, há uma forte tendência de aumento no volume de empréstimos liberados.

  • Diminuição de erros de registros

É uma tecnologia pensada para não ter erros, com a centralização de informações e registros. Os erros manuais e dados incorretos são evitados.

  • Prevenção de fraudes

Por fim, a maior vantagem é impedir a emissão de títulos falsos que não apresentam correspondência à dívida real. Um exemplo disso, é a possibilidade de assinatura digital, atribuindo ainda mais confiabilidade para essa operação.

E então, gostou desse conteúdo? Quer ficar por dentro das novidades do mercado financeiro e descobrir formas de simplificar suas integrações bancárias? Converse com nossos especialistas e desfrute dos benefícios da plataforma Theke.

PIX: Uma revolução nas dinâmicas financeiras do Brasil

O método de pagamento PIX, que se tornou o novo queridinho dos usuários desde seu lançamento em novembro de 2020, causou um impacto surpreendente nos hábitos de compra da população brasileiro. Tal impacto veio em decorrência das facilidades que a ferramenta oferece, principalmente quando comparada às demais alternativas já existentes.

Permitindo pagamentos e transferências bancárias instantâneas, seja para pessoas físicas ou empresas, 24 horas por dia, sete dias por semana e sem tirar folgas em feriados, nem finais de semana, o PIX mostrou-se capaz de superar métodos de transferências antigos, como DOC e TED. Além disso, o método disputa com meios de pagamentos que os brasileiros utilizam há anos, como cartões de créditos, boletos e o próprio dinheiro físico.

De acordo com dados do Banco Central do Brasil, responsável pela ferramenta, ao final do último trimestre de 2021, o PIX já havia alcançado os cartões de crédito e débito em quantidade de pagamentos realizados.

A importância que esse novo método tem no cenário econômico brasileiro pode facilmente ser identificada se levados em conta outros dados do BCB. Quando observadas as estatísticas de valores movimentados pelo PIX diária e mensalmente, percebemos que, ao final de maio de 2022, a ferramenta era capaz de movimentar até R$36 milhões em apenas um único dia.

Voltando a 2020, quando foi lançado, o PIX se beneficiou muito com a súbita digitalização das pessoas em meio à pandemia da COVID-19. A alta demanda por maneiras práticas, rápidas e digitais de realizar pagamentos é uma das mais óbvias explicações para a rápida ascensão da ferramenta.

Aliado a isso, a possibilidade de efetuar operações em poucos cliques na tela do celular, o PIX apresentou-se como uma alternativa muito mais acessível para as pessoas que não possuíam muita familiaridade com os bancos.

E ainda não acabou! O Banco Central do Brasil anunciou diversas funcionalidades que em breve estarão disponíveis na plataforma, como uma nova função de cobrança, a possibilidade de realizar débito automático diretamente no PIX e transações internacionais.

Gostou de conhecer um pouco mais sobre o PIX? Esses e muitos outros conteúdos que vão lhe ajudar a entender mais sobre o mercado financeiro estão disponíveis no blog da Theke. Confira outros artigos especiais em https://theke.com.br/blog/.

Criptomoedas: o futuro das finanças digitais descentralizadas

Nos últimos anos, elas ganharam popularidade entre as pessoas – investidores ou não – e relevância no mercado das finanças. Estamos falando das criptomoedas, a nova forma de transação financeira que funciona sem o intermédio de um banco.

Elas abrangem um tipo específico de moeda digital e prometem mais autonomia, transparência e alto grau de privacidade e segurança para o usuário. Veja a seguir tudo o que você precisa saber sobre criptomoedas e seus impactos no meio financeiro.

A união de tecnologias que deram certo

Além de existirem somente em ambiente digital, a principal característica das criptomoedas, que as diferencia de outras moedas digitais como NFTs e tokens, é a descentralização, uma vez que são criadas em uma rede blockchain a partir dos sistemas mais recentes de criptografia.

Mas o que isso quer dizer?

Significa que as informações, dados e transações ficam protegidas por diversas camadas de segurança online, tornando extremamente complexo qualquer tipo de tentativa de fraude.

A criptografia em si é um recurso milenar utilizado para proteger uma informação. No meio digital, ela é a técnica precursora do blockchain, uma tecnologia que visa a descentralização como medida de segurança.

Assim, as criptomoedas são a união de diferentes recursos tecnológicos que permitiram o desenvolvimento de moedas no meio digital, onde a segurança é um dos principais desafios.

Tipos de criptomoedas

Você já deve ter ouvido falar em Bitcoin, mas a verdade é que o mercado vai muito além disso e, atualmente, existem mais de 19 mil tipos de criptomoedas. O Brasil não fica para trás, com criptoativos próprios como Blood Donation Coin, MartexCoin, CriptoReal, Lunes, Nelore Coin e JEDALs.

Ainda em processo de consolidação, o mercado de cripto é muito volátil, mas existem criptomoedas mais estáveis que outras.

A plataforma de cotações CoinMarketCap é responsável por rastrear diariamente a capitalização de diferentes criptomoedas. Considerando o valor de mercado, atualmente, Bitcoin e Ethereum ocupam o topo dessa lista.

Desafios para os próximos anos

Em plena efervescência no mercado financeiro, ainda há um longo caminho para que as criptomoedas se tornem universalmente aceitas e acessíveis como moedas de troca.

Ao redor do mundo, cada vez mais empresas estão aceitando criptomoedas como pagamento. No Brasil, alguns movimentos contribuem para o futuro das finanças digitais descentralizadas, como a implementação do Open Banking pelo Banco Central, um sistema financeiro aberto que chegou para impulsionar transações peer-to-peer (P2P), ou seja, de pessoa para pessoa, sem a necessidade de intermediários como bancos e fintechs.

A verdade é que toda mudança envolve questões políticas e culturais, e com as criptomoedas não seria diferente. Adesão, segurança e intercambialidade também são obstáculos a serem enfrentados neste processo.

Continue acompanhando as redes da Theke para ficar por dentro das mais recentes inovações do mercado de meios de pagamentos.

3 dores da gestão financeira nas empresas e 1 solução

As principais dores de cabeça de um negócio estão no seu departamento financeiro e isso você já sabe. Mas quais são os motivos que geram essas angústias e como resolvê-los?

O avanço de soluções tecnológicas cada vez mais inovadoras apresenta diversas possibilidades, mas também alguns desafios. Neste artigo, você vai entender melhor quais são esses obstáculos que podem estar atravancando o crescimento da sua empresa e como é possível solucioná-los com apenas uma resposta.

Segurança de dados sensíveis

Com o exponente número de empresas investindo no uso de tecnologia para manter o alto nível de competitividade que o mercado exige, cresce também a necessidade de ferramentas que garantam a segurança dos dados sensíveis colhidos e transmitidos por tais recursos.

Essa tem sido uma das principais preocupações da gestão financeira dos negócios, por exemplo, uma vez que a satisfação do cliente também passa pela confiança de que seus dados bancários estarão seguros, assim como os da empresa.

Automação de processos

Uma gestão eficiente sabe como a automatização de processos tem valor para os negócios. Especialmente em procedimentos que demandam mais tempo e estão mais sujeitos a erros, o uso de recursos de automação traz agilidade para as tarefas e reduz a ocorrência de falhas, benefícios fundamentais para uma empresa que deseja crescer no mercado.

Sistemas de automação que associam outras tecnologias, como Machine Learning, oferecem ainda mais eficiência para os processos, já que possuem uma excelente capacidade de adaptação às diferentes tarefas e complicações que possam surgir no dia a dia da empresa.

Integração de dados bancários e financeiros

Sistemas integrados de gestão proporcionam diversas vantagens para as empresas, e os responsáveis pelo departamento financeiro sabem bem disso. O problema é quando os famosos ERPs (do inglês, Enterprise Resource Planning) deixam de lado alguns recursos desejáveis, como a integração bancária, tornando necessária a consulta e atualização manual de dados sobre pagamentos e cobranças.

Essa questão pode ser sanada com o uso de APIs (traduzido, para o português, “interface de programação de aplicativos”), de maneira segura e automática, para integrar dados bancários e financeiros com o ERP.

A implementação do sistema Open Banking pelo Banco Central trouxe ainda mais possibilidades, uma vez que adota APIs abertas para criar um sistema mais integrado, independente de intermediários, gerando processos mais ágeis e baratos, consequentemente.

Solução Theke

E se você pudesse solucionar todos os problemas do departamento financeiro da sua empresa com apenas uma solução?

Com a Theke, você administra suas operações financeiras em um ambiente único e protegido, pois aqui você conta com uma plataforma integrada cuja segurança está aprovada e auditada por mais de 60 instituições financeiras.

Os módulos oferecidos pela Theke, sejam eles contratados separadamente ou em conjunto, promovem mais automação para as tarefas rotineiras, trazendo benefícios para os colaboradores e a empresa como um todo, uma vez que permitem que a equipe do departamento financeiro seja realocada para funções que exigem um olhar apurado.

A Theke também permite que você gerencie pagamentos e realize a impressão de comprovantes através de um único acesso, com controle de alçadas e autorizações de pagamentos com autonomia por faixa de valores e nível de acesso. Uma plataforma totalmente integrada, conectando diferentes APIs para a comodidade do seu negócio.

E mais: ao contratar a Theke, você ainda garante o suporte especializado de uma equipe dedicada ao crescimento da sua empresa, seja ela de grande, médio ou pequeno porte. Você receberá a atenção necessária em cada etapa, sempre com a segurança e solidez que só uma solução da eSales, que já está há mais de 25 anos no mercado, pode oferecer.

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WEB3 e como ela se relaciona com as principais inovações da atualidade

A internet percorreu um longo caminho para chegar ao que conhecemos hoje. No seu princípio, funcionava como um livro: permitiam o acesso com interação limitada. Essa primeira parte da Web pode ser definida como uma comunicação de via única, mas ela é importante para entender onde chegamos e quais podem ser os próximos passos.

A evolução digital é constante, e cada vez mais oferece possibilidades de acesso a inovações que tendem a se ampliar. Diante disso, essas mudanças foram ganhando nomenclaturas baseadas em características que as diferenciam.

WEB 1.0: Comunicação de via única

Inicialmente, a web foi a tradicional world wide web, lançada por Tim Berners-Lee em 1989, permitindo o acesso de informações online de forma descentralizada, e interligadas por meio de hiperlinks. Sua comunicação era de via única, em que o servidor transmitia o conteúdo através do navegador, dessa forma o usuário, do outro lado da tela, o consumia sem nenhuma interação.

WEB 2.0: Compartilhamento de conteúdos.

Entre as principais características da migração para Web 2.0, que aconteceu em meados de 2004, está a grande produção de conteúdo nas redes sociais, feedback dos públicos e uso de base de dados para armazenamento. Passando a ser de mão dupla e com as produções individuais de compartilhamento de conteúdos.

WEB 3.0: Descentralização do acesso

Neste momento, migramos para a chamada Web Inteligente, ou a Web 3.0, que evolui e ganha mais recursos conforme a expansão do acesso virtual. Oferecendo novos olhares, interações e uma busca por melhorar e intensificar as funcionalidades. As principais transformações desse acesso está no uso de algoritmos, que possibilitam uma maior assertividade nos conteúdos que os usuários consideram relevantes.

O Uso do algoritmo

Entre os principais benefícios da evolução da internet está o grande número de informações e a possibilidade do uso de algoritmos, que melhoram a experiência do usuário. O algoritmo funciona a partir da entrada e saída de informações, e o seu uso vai partir das instruções definidas. Ele pode ser uma sequência de raciocínios, instruções ou operações para alcançar um objetivo, sendo necessário que os passos sejam finitos e operados sistematicamente.

O algoritmo é pensado para seguir crescendo e ficar mais complexo para englobar todos os cenários possíveis. Atualmente, eles estão presentes em tudo que envolve o mundo digital, principalmente em anúncios ou sugestões onde o código capta as suas preferências e depois mostra conteúdos relacionados.

O característica da Web 3.0 é a descentralização do acesso e a necessidade de mais privacidade aos usuários. A partir de regras estabelecidas na programação da rede, para usuários e operadores. Essas regras são conhecidas como “protocolos de consenso”.

Inovação no dinheiro

Seguindo esse avanço, as mudanças de acesso e consumo na internet também modificaram a nossa relação com o dinheiro, oferecendo a possibilidade de transferência de valor entre contas e a descentralização quanto ao uso do dinheiro na internet. O dinheiro se tornou nativo à rede, perdendo a dependência a instituições governamentais ou financeiras tradicionais. Os tokens e as criptomoedas estabeleceram novos modelos de negócios e economias.

O principal desafio da Web 3.0 é a tentativa de encontrar uma solução para a concentração de informações e dados pessoais nas mãos de grandes empresas que podem ser vendidas ou até mesmo hackeadas.

WEB 4.0: a era da inteligência artificial

A chegada da WEB 4.0 está muito próxima, alguns acreditam que já estamos vivendo a sua transição. A tendência é que o seu destaque principal seja o amplo uso de inteligência artificial e a interação e uso constante entre máquinas e humanos.

É evidente a forma como as inovações tecnológicas fazem parte do dia a dia e estão transformando as relações, e a expectativa é de que possamos ampliar a interação entre humanos e máquinas, explorar de forma massiva a comunicação sem fio, com mais rapidez, agilidade, e instantaneidade do acesso.

Interessado em uma revolução tecnológica na gestão financeira da sua empresa? Conte com a Theke!

As 4 fases do Open Banking: como chegamos à tecnologia atual?

O Open Banking chegou com a promessa de revolucionar o mercado financeiro. E vamos combinar que já está dando muito certo. O conceito pode ser um pouco confuso, mas na prática funciona assim: pessoas físicas ou jurídicas dão permissão de compartilhamento de dados entre bancos com o objetivo de integrar informações e facilitar transações.

Vamos imaginar dois casos distintos: o primeiro, de um indivíduo que faz parte da mesma instituição financeira há 20 anos e deseja abrir uma nova conta em outra empresa. Com o Open Banking, não é mais necessário fornecer uma extensa gama de documentos para comprovação de recursos: está tudo ali no seu atual banco de relacionamento, assegurado e disponível para facilitar o processo.

A segunda situação diz respeito aos empresários que necessitam englobar diversas instituições financeiras para as transações diárias. Utiliza-se um banco para pagamento de salários, outro para fornecedores e por aí vai. Administrar a relação com diversos bancos pode ser uma verdadeira dor de cabeça. Mas não com o Open Banking! Ele facilita, por meio de tecnologia e inteligência, a integração de informações e facilidade na gestão.

E nada melhor do que acompanhar o processo de implementação completo para ir mais a fundo no assunto e entender exatamente como a nova lógica financeira funciona, a partir da chegada do Open Banking.

Vamos conhecer as 4 fases do Open Banking e como chegamos na etapa atual:

Fase 1: Apresentação de produtos e serviços

Fase 2: Compartilhamento inicial de dados

Fase 3: Novas utilidades relacionadas à pagamentos

Fase 4: Funcionalidades completas

 

Fase 1: Apresentação de produtos e serviços

Com início em 1º de fevereiro de 2021, a primeira fase do Open Banking teve como objetivo reconhecer o terreno e realizar pesquisas de mercado para observar a aceitação do público quanto às suas funcionalidades principais. Assim, descobriu-se quais soluções e personalizações os usuários necessitam.

Nessa etapa, não houve qualquer compartilhamento de dados de clientes. Apenas dados dos próprios bancos foram expostos, como por exemplo, localização das agências, tarifas de balcão, serviços oferecidos, entre outros. Como propósito principal estava a necessidade de informar o público sobre todas as condições, vantagens e serviços do Open Banking. Além disso, foi essencial deixar clara a demanda por consentimento total do usuário acerca de quais e quantos dados poderiam ser compartilhados.

Fase 2: Compartilhamento inicial de dados

Na segunda etapa, os clientes que disseram sim ao Open Banking passaram a ter seus dados de contas, crédito e pagamentos compartilhados. Consecutivamente, todos os bancos participantes desta fase podem, desde que o indivíduo autorize, receber informações de contratos, gastos e tarifas, podendo assim oferecer propostas e ofertas de produtos e serviços que sejam mais atrativos para aquele indivíduo, para, dessa forma, ter a possibilidade de usufruir de todos os benefícios.

O desenvolvimento técnico deste estágio foi dividido em 4 ciclos principais. A cada ciclo, dados mais densos e significativos passaram a ser compartilhados. Por exemplo, no primeiro ciclo, foram transmitidas informações como dados cadastrais mais amplos. Já no segundo e terceiro ciclos, os dados divulgados eram de contas e cartões de crédito, respectivamente.

1º ciclo: consentimento, dados cadastrais, consulta e criação >

2º ciclo: integração de contas de depósito à vista, poupança e contas pré-pagas >

3º ciclo: inclusão de informações de crédito e cartões >

4º ciclo: conclusão da fase 2

Fase 3: Novas utilidades relacionadas à pagamentos

No terceiro período do Open Banking, tem-se como particularidade o lançamento de uma nova figura chamada Iniciador de Transação de Pagamento (ITP), que torna possível iniciar pagamentos fora do ambiente bancário, diminuindo ainda mais a burocracia, antes característica das transações. E-commerces, redes sociais e demais lojas agora podem utilizar-se do atributo, beneficiando todas as partes envolvidas.

Além do que, nesta fase houve a integração entre o PIX, lançado no final de 2020, e o Open Banking, pois foi o primeiro meio de pagamento ofertado para ocorrer fora do ambiente bancário. Esta ITP além de PIX, pode ofertar TEDs, pagamento de boletos e débito em conta.

Além disso, iniciou-se também a funcionalidade de envio de propostas de crédito. No ambiente virtual, a partir da terceira fase, passou a ser possível solicitar propostas de financiamentos, empréstimos e demais funções relacionadas ao crédito – tudo isso ao mesmo tempo e para várias instituições financeiras diferentes.

Fase 4: Funcionalidades completas

Na última etapa de implementação, introduzida em dezembro de 2021, foi permitido o compartilhamento de informações sobre produtos e investimentos. Nesta fase, iniciou-se também o Open Finance, em concomitância ao Open Banking.

Câmbio, investimentos, previdência e seguros passam a integrar o conjunto de informações passíveis de compartilhamento. A integração de sistemas e informações se torna ainda mais ampla e evidente, sempre respeitando o consentimento total dos usuários.

Mas o Open Banking é mesmo seguro?

É válido ressaltar que todo e qualquer dado só é compartilhado após o aceite do indivíduo. Além disso, após a autorização, a segurança é garantida pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Com o respaldo jurídico e preservação da seguridade legal, o Open Banking assegura ao usuário toda a tranquilidade necessária quando o assunto é o uso de informações financeiras.

Outra característica que demonstra toda a segurança do sistema é o fato de somente instituições autorizadas e confiáveis poderem ter acesso a esses dados. Apesar de carregar “aberto” no nome, essa abertura só é válida para bancos, instituições de pagamentos e fintechs autorizadas e auditadas pelo Banco Central.

O que são as APIs do Open Banking?

Do inglês, Application Programming Interface, pode-se entender as APIs como interfaces de programação de aplicativos que realizam a conexão de informações, pessoas e instituições. É nesse sistema que a integração acontece e é ela que também ajuda na segurança do processo.

Sabe quando você abre algum site no qual ainda não é cadastrado e ao invés de precisar inserir todos os seus dados, como nome, e-mail, número de celular e nova senha, você apenas realiza o registro por meio da sua conta já existente do Google? Esse é um exemplo de API!

No Open Banking, a comunicação entre plataformas torna-se ainda mais simples, trazendo todas as vantagens ao usuário que aceitar compartilhar suas informações com o intuito de obter serviços e produtos personalizados.

Conclusão

Agora que você está familiarizado com o conceito de Open Banking e já sabe que é seguro, eficaz e inovador, é só correr para o abraço e começar a usufruir de todos os benefícios do sistema financeiro aberto.

Além disso, ficou bem mais fácil, com a compreensão das noções de API e de todas as vantagens do Open Banking / Open Finance, entender como a Theke através das suas APIs, do EDI e da Plataforma de Gestão Financeira pode auxiliar na integração entre a sua empresa e as demais instituições financeiras essenciais para o desenvolvimento do seu negócio.

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Open Banking: a fórmula que revolucionou as dinâmicas financeiras

Certamente se você está por dentro do mercado financeiro, já ouviu falar do Open Banking. A nova dinâmica financeira chegou há pouco tempo no mercado, já que a sua primeira fase de implementação ocorreu em fevereiro de 2021. No entanto, apesar de recente, já causou uma completa revolução na forma como pessoas físicas e jurídicas lidam com as finanças.

 

O que é Open Banking?

O Open Banking, ou sistema financeiro aberto, nada mais é do que uma solução de integração de dados, pessoas e instituições financeiras, por meio de tecnologias seguras e inovadoras, como as APIs (Application Programming Interface), com o objetivo de agregar benefícios e facilidade para a vida dos usuários.

Na prática, funciona da seguinte forma: o usuário concorda em compartilhar suas informações no sistema aberto, entre instituições financeiras confiáveis e cadastradas, para, dessa maneira, obter todas as vantagens que o Open Banking proporciona. É de extrema importância frisar que essa partilha de dados só acontece com o aceite do indivíduo, que escolhe quantas e quais informações deseja abrir.

Mas quais são as vantagens do Open Banking?

Vamos imaginar duas situações: na primeira, você é cliente de um mesmo banco há muitos anos, mas está pensando em abrir uma conta ou solicitar uma simulação de crédito em uma nova instituição. Essa empresa financeira ainda não conhece suas informações, não sabe do seu histórico e por isso, o processo de aprovação se torna muito mais lento, complicado e até mesmo ineficaz.

Agora, com as vantagens do Open Banking, basta que o usuário aceite compartilhar seus dados com esta instituição para que seus documentos financeiros estejam a alguns cliques de distância. Dessa forma, há maior acessibilidade na abertura de contas, transações de câmbio e demais serviços em uma ou mais instituições bancárias. Assim fica bem mais simples lidar com toda a burocracia, certo?

A segunda situação diz respeito àquelas empresas que precisam lidar com vários bancos ao mesmo tempo: um para fornecedores, outro para a folha de pagamento, mais um para recebimentos e por aí vai. Neste caso, com o Open Banking, aliado às soluções da Theke, torna-se muito simples integrar informações e executar uma gestão financeira organizada e efetiva.

 

O histórico do Open Banking

E a revolução já está acontecendo! Toda aquela burocracia financeira passou a ser bastante acessível, além de haver mais segurança para os usuários, através de sistemas relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e outras tecnologias desenvolvidas para garantir a segurança dos processos.

Com as novas ferramentas de pagamento difundidas na terceira fase do Open Banking, por exemplo, tanto usuários, quanto instituições financeiras obtiveram a maior facilidade nos processos de pagamento e recebimento. Já na quarta fase, com o Open Finance e demais funcionalidades ligadas às linhas de investimentos, câmbio e muito mais, o Open Banking se transformou ainda mais, beneficiando pessoas ou empresas que desejem contar com linhas de crédito de bancos credenciados.

Assim, por meio do uso das APIs – tecnologia voltada à integração de sistemas, utilizada pela Theke para otimizar a gestão financeira de dezenas de empresas todos os dias –, o Open Banking já fez história no mercado financeiro e pode fazer história para o seu negócio, também.

Deixa a Theke ajudar o seu empreendimento a ter uma gestão cada vez mais efetiva do setor financeiro e tornar o seu negócio ainda mais escalável!

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